Sexta-feira, 2 de Abril de 2010
Os fetiches mais estranhos do mundo!

Furry Fandom

Furry Fandom é a classificação dada às pessoas que gostam de vestir-se como animais antropomórficos, ou ver outras pessoas vestidas. Os simpatizantes deste fetiche gostam de ver pornografia relacionada à pessoas vestidas como animais, e do envolvimento delas em atos sexuais. Às vezes, a realização sexual pode envolver simplesmente o toque, esfregando a fantasia.

Teratofilia

Teratofilia é a atração sexual por pessoas deformadas. Uma versão das variações da teratofilia é acrotomofilia, atração sexual por amputados. Um crescente interesse comercial para este tipo de atração sexual tem sido registrado.

Urolagnia

Urolagnia é quando uma pessoa obtém prazer sexual em urinar ou ver outras pessoas urinarem. Em alguns casos, isso pode levar a urofagia, onde os praticantes bebem a urina do parceiro. Os médicos advertem que a deglutição da urina ou o contato com ferimentos na pele podem favorecer a contaminação por HIV e outros agentes que causam doenças sexualmente transmissíveis. A urolagnia também é conhecido como “esporte aquático” ou “chuva dourada”.

Emetofilia

Emetofilia é a excitação obtida com o ato de vomitar ou com o vomito de outro. Também conhecido como “banho romano” a prática pode se estender para um outro tipo de parafilia denominada “Emetofagia” nesse caso a excitação é obtida através do ato de comer ou ingerir vômito, o que geralmente é recíproco de ambos os parceiros dessa prática.

Fetiche de sangue

Este fetiche ocorre quando uma pessoa obtém satisfação em assistir alguém sangrar, ou simplesmente vendo sangue o corpo nú. Existe uma grande comunidade em torno deste fetiche, no entanto, devido à sua natureza controversa, ele permanece um pouco escondido. O fetiche de sangue é muitas vezes acompanhado pelo ato de lamber ou beber sangue através de sangria. Muitas vezes isto é feito por mordida, embora não seja uma regra, devido ao risco potencial de um dano mais grave ou de infecção. Na maioria das vezes é utilizada uma lâmina.

Coprofilia

Coprofilia é o prazer sexual obtido através do uso de fezes. O fetiche pode envolver defecação sobre um parceiro que é chamado de “toilet humano”, freqüentemente feito na boca da outra pessoa. Coprofilia também pode incluir coprofagia, que é o consumo de matéria fecal. Não precisa nem dizer que isto pode trazer sérios riscos à saúde.

Crush Fetish

O fetiche em esmagar (ou Crush Fetish, como é conhecido) é o desejo de ver pequenos insetos ou animais serem esmagados até a morte. Objetos inanimados, tais como cigarros, frutas ou brinquedos, também servem como estímulo ao fetiche. Atualmente, não existem leis proibindo o esmagamento de insetos, porém a produção ou o comércio envolvendo animais vertebrados vivos, no intuito de serem esmagados na prática erótica são condenados por ativistas dos direitos dos animais e é ilegal em muitos países, incluindo os Estados Unidos e a Grã-Bretanha.

Clismafilia

Clismafilia é o fetiche em que o praticante obtém prazer a partir de enemas ou chuca, que é a introdução de água ou qualquer outro líquido no intestino através do ânus, por vezes considerada como uma forma de masturbação anal. Existem muitos filmes, revistas e websites dedicados especificamente para este fetiche. A maioria dos clismafilos são heterossexuais, com a mulher sendo a única a receber o enema, administrado pelo homem.

Necrofilia

Necrofilia é a atração sexual por cadáveres humanos. Esse fetiche pode, naturalmente, conduzir a violação de túmulos e atividade sexual com o cadáver. Nos Estados Unidos, não existe lei federal que proíba este ato, mas vários estados consideram que se trata de uma contravenção ou crime capital.

Omorashi

Omorashi é um fetiche criado no Japão. Consiste na excitação sexual por estar ou ver um parceiro com a bexiga cheia. Para os praticantes deste fetiche, o clímax normalmente coincide com o momento de alívio e constrangimento experimentado quando a pessoa perde o controle da bexiga. Embora exista uma pequena comunidade dedicada a tal fetichismo fora do Japão, é normalmente confundida com a urolagnia e a urofagia. A maioria dos vídeos omorashi apresentam inocentes mulheres jovens, completamente vestidas, que em situações embaraçosas no banheiro.


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publicado por adm às 00:53
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Existe formula magica para o orgasmo ?

Será que algum medicamento pode ajudar a mulher a sentir mais prazer e a atingir o orgasmo? Será que alguma pílula poderia fazer o que Viagra, Uprima e outros medicamentos têm feito pelas dificuldades sexuais masculinas? A resposta é não. Ainda não.

Não adianta a gente querer encontrar uma fórmula milagrosa para proporcionar mais desejo, mais excitação e o tão almejado orgasmo. O segredo está na nossa cabeça. Isso mesmo. As causas da dificuldade da mulher em atingir o clímax são psicológicas – e não físicas. É por isso que ainda não se descobriu uma pílula do orgasmo. As drogas sexuais tratam dos problemas da parte orgânica, não da emocional.

O que fazer, então, para chegar lá? A gente precisa aprender, antes de tudo, a não se cobrar tanto. Pensamentos e preocupações como "tenho de conseguir" ou "o que há de errado comigo?" só atrapalham, ainda mais quando invadem nossa cabeça bem na hora H. Ou seja, é preciso deixar as encucações de lado.

Um próximo passo é tentar ficar o mais à vontade possível com o próprio corpo: conhecer os pontos de prazer e não sentir vergonha ou inibição de se tocar. É preciso também ter coragem de mostrar ao parceiro do que você mais gosta – ou não – na hora do sexo. Tudo isso é importante para que o prazer seja cada vez maior.

Outro caminho importante é investigar se há algum trauma atrapalhando a obtenção do seu prazer, como lembranças muito negativas de alguma experiência sexual. Nesse caso, o melhor é recorrer à ajuda de um terapeuta sexual. Há instituições que fazem atendimento de graça. Você pode se informar sobre elas na Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana (Sbrash), pelo tel. (011) 3263-0859.

Orgasmo é uma questão de aprendizado e de treino – não de medicamentos. A ciência evolui rapidamente, claro, e hoje já se pesquisa na Europa alguma droga capaz de interferir no prazer feminino. Mas são estudos iniciais e podem levar muito tempo para serem concluídos. O melhor a fazer? Vencer o tabu da masturbação, acabar com as cobranças internas, dividir com o parceiro os seus desejos e as suas expectativas e, se necessário, buscar a ajuda de um especialista. Você verá que, mesmo sem pílula do orgasmo, é possível ser muito feliz no sexo!


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publicado por adm às 00:51
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Mulheres, sexo e o álcool!

Um estudo chegou à conclusão que milhões de mulheres bebem álcool antes de ter relações sexuais, porque elas não têm “confiança” no seu corpo.

Quase metade dos entrevistados disseram que preferem sexo sob a influência de álcool porque os ajuda a desinibir-se e a serem mais aventureiros.

Os investigadores, que examinaram 3.000 mulheres com idade entre 18 e 50 anos, chegaram à conclusão que:

* Em média cada mulher já teve sexo com oito homens. Com pelo menos 5 deles a mulher estava bêbada! Em duas dessas ocasiões, não conseguiam sequer lembrar o nome do homem no dia seguinte;

* Três quartos das mulheres afirmam que se sentem mais capazes de se “deixar levar” e se entregar completamente se já tiverem ingerido algumas bebidas;
* Um em cada seis admitiram falta de confiança (em si próprias) para ir para a cama com alguém quando estavam sóbrias;
* Quatro em cada dez admitem que já estavam um pouco “tocadas”  quando foram apara cama com um parceiro pela primeira vez.
* 48,5 por cento disseram que o sexo preferido é sob a influência de álcool!
* 75 por cento das mulheres disse que gostava de beber antes de ir para a cama com o seu marido ou namorado;
* Cerca de 6 por cento das mulheres nunca tiveram sexo sóbrias;
* Mais da metade das mulheres entrevistados alegaram que beber com um potencial parceiro era “parte do processo de namoro” para que estivessem já um pouco bêbados quando chegasse o momento do sexo;
* 14 por cento das mulheres com um relacionamento não dormem com o seu parceiro sem beber um par de copos de vinho previamente;

Kathryn Lakeland de Femfresh, que realizou o estudo, disse que os resultados mostraram como as mulheres tem uma grave falta de confiança, em si e sobretudo no seu corpo.


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publicado por adm às 00:49
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Quando o sexo se torna num vicio?

Tem gente que gosta tanto, mas tanto, de sexo que acaba ficando dependente da coisa. Acredite: a compulsão porfazer sexo não é nada divertida

Na casa da enfermeira Mislene Carvalho, 22 anos, é proibido acessar a internet. Ela e o marido, de 28 anos, recentemente trocaram a web por um videogame. A decisão foi resultado de um longo processo que começou há quatro anos, quando Mislene flagrou o companheiro se masturbando diante de um site com filmes pornográficos. “Resolvi investigar se isso acontecia com frequência e me deparei com falsos perfis dele no Orkut e no MSN. Foi um choque: descobri que meu marido se fingia de mulher para transar virtualmente com outros homens!”, conta ela. Mislene também encontrou uma coleção de vídeos de sacanagem, além de um acervo físico com mais de cem DVDs e incontáveis revistas. O marido argumentava que “homem é assim mesmo”, mas Mislene rebatia dizendo que no caso dele havia um certo exagero. “Ele não saía desses sites! Por causa deles, foi se isolando, até o ponto de parar de vez de ver os amigos, de jogar futebol. Quando tentou parar com o hábito e não conseguiu, reconheceu ‘a coisa’ como problema.” Segundo Mislene, há cinco meses a situação ficou tão grave que o companheiro resolveu procurar um psiquiatra, que diagnosticou nele a compulsão por sexo e lhe receitou terapia e uma combinação de ansiolíticos e antidepressivos. “Depois disso, meu marido queimou todos os vídeos na minha frente, como prova da vontade de superar”, diz Mislene. “Foi o amor que me fez aguentar tudo, além da certeza de que nunca fui traída fisicamente.”

Dependência comportamental
Do ponto de vista clínico, o sexo patológico não é considerado vício – apenas as dependências químicas são. Trata-se de uma dependência comportamental, enquadrada na mesma categoria do desejo exagerado por compras ou por jogo. “A definição de dependência é a perda de controle, com comportamento intenso ou repetitivo. No caso do sexo, o prazer acaba dando lugar aos sentimentos de angústia, insatisfação e tristeza”, diz o psiquiatra Marco Scanavino, coordenador do programa de Impulso Sexual Excessivo do Ambulatório Integrado dos Transtornos do Impulso (Amiti), do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP). Marco explica que os compulsivos sexuais não são movidos por um “querer”, e sim por uma necessidade. Eles perdem a consciência de que seu comportamento possa ser prejudicial à própria imagem (no caso de a pessoa se expor publicamente) ou à saúde. “A impulsividade faz com que o compulsivo se descuide, não use camisinha e transe com vários parceiros”, completa.

Para cada dez homens, há uma mulher
Para cada dez homens que buscam ajuda para se livrar da compulsão, há uma mulher apenas. Considerando-se a população brasileira em idade adulta, a proporção de compulsivos sexuais é de três em cada cem pessoas, segundo dados da psiquiatra Carmita Abdo, coordenadora do Projeto Sexualidade (ProSex) da USP. “Esse número considera, obviamente, apenas os doentes em tratamento”, completa a doutora. “Ou seja: com certeza ele é bem maior.” A média de idade em que acontece a procura por ajuda médica é 34 anos. “É preciso lembrar que uma dependência não acontece de um dia para o outro... Ela vai se instalando gradativamente”, diz o psiquiatra Aderbal Vieira Jr., coordenador do programa de Dependência Sexual do Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes (Proad) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). “Ninguém chega para mim dizendo: ‘Doutor, acho que estou viciado em sexo, e é tão gostoso!’. A pessoa só reage quando percebe que existem consequências ruins relacionadas aos seus atos.”

A confusão entre vigor sexual e compulsão atrasa a busca por um diagnóstico. Só para ter uma ideia, a comunidade “Sou Viciado em Sexo”, do Orkut, reúne quase 500 participantes que afirmam com orgulho não conseguir parar de transar. Até as celebridades colaboram com os mal-entendidos. A apresentadora Adriane Galisteu, por exemplo, afirmou em uma entrevista, há cinco meses, que vem de uma família de viciados – o pai era fissurado em álcool; o irmão, em drogas; a mãe, em bingo – e disse em tom de piada ter ficado com “a melhor parte”, ou seja, o vício em sexo. O ator Jack Nicholson vira e mexe justifica sua solteirice com o argumento de que por ser viciado na coisa (detalhe: com diagnóstico médico) não consegue ser fiel a uma mulher só. Apesar de não ser regra, a infidelidade costuma ser comum entre os compulsivos. “A maioria nem tem relacionamentos fixos porque é complicado, então faz sexo com muitos parceiros casuais”, diz o doutor Marco.

E o que há por trás da dependência? Os psiquiatras explicam que há uma influência genética. Se alguém da família, pai ou mãe, sofre desse ou de outro transtorno de impulso, a probabilidade de que ele se manifeste é maior. Outros comportamentos familiares favorecem o desenvolvimento da doença, como o abuso sexual na infância ou adolescência. O compulsivo é tratado por meio de terapia (na qual se investigam as causas do comportamento) e, nos casos mais extremos, são receitados remédios para diminuir a urgência sexual. A terapia é importante porque o que deve ser tratado é o problema em si, não o seu sintoma (no caso, desejo sexual exagerado).


Os sintomas da compulsão
- Transar cada vez mais, buscando uma satisfação que tinha no passado e que parece ser impossível alcançar de novo;
- Na falta de sexo, sentir-se ansioso, inquieto ou com mau humor;
- Dedicar muito tempo e energia à procura e ao exercício de sexo;
- Ter relações familiares, profissionais ou de amizade prejudicadas pela excessiva dedicação ao sexo;
- Tentar controlar seus impulsos e não conseguir.


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publicado por adm às 00:46
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Quanto tempo é duração ideal do acto sexual?

... bem mais curta do que você pensa! Em um estudo recente, os pesquisadores revelaram que a quantidade de tempo ideal para a relação sexual varia de 3 a 13 minutos, sem contar as brincadeiras amorosas preliminares.


Essa é a última palavra dada por uma equipe de 34 terapeutas sexuais, membros da Sociedade para a Terapia Sexual dos Estados Unidos e Canadá. Enquanto alguns esquivaram-se da resposta dizendo que o tempo ideal é determinado por cada casal, a maioria esteve de acordo em que dura em média entre três e treze minutos.

O ato sexual que dura um ou dois minutos foi considerado "muito curto" pelos terapeutas sexuais.

O resultado do estudo vai na contramão da crença popular, a noção de que a resistência é a chave para uma melhor vida sexual.

O autor principal do estudo Eric Corta, professor associado de psicologia no Behrend College disse que o propósito do estudo era o de aliviar a pressão das mentes daqueles que crêem que "quanto mais... melhor" e de que se você realmente deseja satisfazer o seu parceiro, deve durar para sempre.

Uma pesquisa anterior publicada no Journal of Sexual Medicine concluiu que o tempo médio do coito era de 7.3 minutos. Isto foi baseado em um estudo de quatro semanas incluindo 1.500 casais em 2005, no qual as mulheres que participaram estiveram armadas com cronômetros.

Marianne Brandon, psicóloga clínica e diretora da Wellminds Wellbodies, disse que é difícil para os homens conseguirem que a relação dure mais que 13 minutos.

- "Há tantos mitos em nossa cultura a respeito do que outras pessoas estão fazendo sexualmente. A maioria das vidas sexuais das demais pessoas não são tão emocionantes como se pensa que são".


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publicado por adm às 00:40
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A mulher sente prazer no sexo anal ?

Na realidade a mulher não sente prazer algum durante o ato sexual anal. O que acontece na realidade, e que como há uma pressão muito grande na região do reto, o movimento de peristaltismo, responsavel por eliminar as fezes de nosso organismo tenta ir de "tras pra frente" ou seja jogar pra dentro o que sai pra fora, causando grande dor.

Mas acontece que durante esse ato, normalmente a mulher está envolvida com outros estimulos, o que acaba causando uma confusão no sistema limbico e dos neurotransmissores no SNC (sistema nervoso central) onde a mulher pela dor que está sentido acaba pensando que está sentindo prazer. Então, o tal do orgasmo anal feminino nada mais é do que dor camuflada q o cerebro não consegue interpretar (já que o q está causando o peristaltismo negativo não é ele) e acaba julgando como orgasmo (a dor exacerbada e confundida com prazer).



publicado por adm às 00:39
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