Quarta-feira, 21 de Abril de 2010
Seios as dúvidas frequentes

Não dá pra negar que eles são uma das partes mais charmosas do corpo feminino. Mas, ao mesmo tempo em que valorizam a beleza da garota, os seios são motivo de muitas dúvidas aqui ficam as perguntas que você tem vergonha de fazer.

“Por que será que eu tenho um seio maior que o outro?”
Calma! Embora isso possa parecer o fim do mundo, é absolutamente normal! “As pessoas são mesmo assimétricas, ou seja, um lado do corpo não é exatamente igual ao outro”, explica o ginecologista Théo Lerner. Além disso, seus seios ainda podem estar se desenvolvendo e um pode crescer mais depressa que o outro. “Se a garota estiver muito incomodada com a diferença de tamanho, convém procurar um ginecologista”, aconselha o médico.

É normal eles doerem durante a menstruação?
Com certeza! Isso acontece porque no período pré-menstrual ocorre um aumento da retenção de líquido e os seios tendem a inchar. Então, quem possui uma estrutura interna menos elástica (cerca de 1/3 das mulheres) sente a distensão das fibras e dor.

É mesmo verdade que não usar sutiã faz com que os seios caiam?
Não é bem assim... “Os seios ‘caem’ pela frouxidão das estruturas de sustentação. Existe uma grande variação individual na resistência dessas estruturas, baseadas em fatores individuais e familiares. A idade, o tamanho e o peso dos seios contribuem para o rompimento dos ligamentos de sustentação”, explica o Dr. Théo. De qualquer forma, o uso do sutiã pode ajudar a diminuir os efeitos da gravidade.

Até quando os seios crescem?
Geralmente, eles começam a se desenvolver por volta dos 8 ou 9 anos e estão completamente formados entre 16 e 17.

O sutiã com enchimento pode ser usado todos os dias?
“O sutiã com enchimento não faz mal à saúde, mas o uso constante pode indicar uma insatisfação muito grande com a auto-imagem”, alerta o Dr. Theó. Se você costuma evitar situações em que precisa ficar exposta sem esse acessório, como piscinas e vestiários, é legal procurar um médico!

Você sabe o que é o auto-exame?

O que é? O nome já diz tudo! Auto-exame é o exame das mamas feito por você mesma.
Pra que serve? Ele é muito importante para a prevenção e diagnóstico de várias doenças.
Quando começar? Segundo o Dr. Théo, essa examinação deve ser feita “desde sempre, para que a menina tenha familiaridade com seu corpo, de preferência alguns dias após o fim da menstruação, quando o seio está menos inchado e dolorido”.
Como fazer? O médico explica: “Em frente ao espelho, observe se existe alguma alteração de tamanho, forma ou coloração entre as mamas. Levante um braço e, com a outra mão, apalpe o seio (do lado do braço levantado) com os dedos bem abertos, como se você estivesse tocando piano. Faça isso dos dois lados”.
Se eu encontrar alguma coisa? Se notar alguma coisa estranha ou ficar em dúvida, procure seu médico!

É normal sair líquido dos seios?
Não, mas algumas situações como a gravidez, o uso de certos medicamentos e alterações hormonais podem provocar a saída de líquido pelo bico do seio. Se isso estiver acontecendo, procure um médico.

Qual a idade mínima indicada para a garota colocar silicone?
De acordo com o cirurgião plástico Ewaldo Bolivar de Souza Pinto, a idade mínima é 15 anos. Mas isso varia de pessoa pra pessoa. Portanto, é preciso também consultar um mastologista (especialista em mama) para saber se as glândulas mamárias não se desenvolverão mais. “Se essa hipótese estiver afastada e os seios da paciente forem causa de problemas psicológicos, então coloca-se as próteses”, explica. Lembre-se de que garotas menores de idade precisam de acompanhamento e da autorização dos pais para a realização dessa cirurgia.

Se for colocar silicone, eu posso escolher o tamanho que quiser?
Mais ou menos. “É preciso examinar o tamanho da glândula mamária e, a partir daí, analisar as próteses cabíveis”, explica o médico. Mas ele afirma que também é muito importante respeitar a vontade da paciente.

Quais os perigos dessa cirurgia?
“Trata-se de uma cirurgia como outra qualquer, com os mesmos riscos. É imprescindível que os exames (sangue, eletrocardiograma, urina, etc.) estejam todos normais. Além disso, a paciente tem que estar bem preparada.”

É verdade que é preciso trocar a prótese depois de um tempo?
Algumas próteses, feitas de gel coesivo, podem ser usadas por até 20 anos, sem necessidade de troca. “Porém, é importante que a paciente faça um acompanhamento médico a cada três anos para ver se está tudo certo com a prótese e realizar a ultra-sonografia da mama”.

Quanto, em média, custa colocar silicone? O valor é proporcional ao tamanho da prótese?
“O tamanho da prótese não influi no valor do procedimento. A média entre os cirurgiões da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica varia entre cinco e nove mil reais.”



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Segunda-feira, 19 de Abril de 2010
As melhores técnicas para atingir o orgasmo sempre!

Qual é um dos maiores sonhos das mulheres? Atingir o orgasmo, o momento máximo de prazer, sozinhas ou com os respectivos gatos! Mas, infelizmente, nem todas conseguem "chegar lá" com facilidade... Por isso, preparamos um manual com todas as dicas para você gozar bem gostoso: há desde truques para você se entregar à masturbação até as posições mais incríveis para você e o parceiro aproveitarem muito!


O que acontece com seu corpo

1. Desejo
No início da excitação, o tesão é pequeno. "Há só uma predisposição para se fazer sexo", diz Maria Helena Vilela, do Instituto Kaplan. O corpo não sofre mudanças físicas, mas psicológicas e emocionais. Se rolar preguiça ou alguma dificuldade, pode-se não ir para a próxima fase.

2. Excitação
Se o estímulo for caprichado, é a hora em que o tesão chega e o corpo libera sinais da estimulação sexual. "Acontece a lubrificação, o canal vaginal se alonga, há ereção dos mamilos, a pressão arterial e a frequência cardíaca aumentam", diz o terapeuta sexual Celso Marzano. Então, o organismo fica pronto para a penetração e para o clímax.

3. Orgasmo
É o momento máximo do prazer! "No orgasmo começa a liberação de tensões musculares em todo corpo", explica Celso. A musculatura da vagina, do útero e do períneo sofrem contrações.

4. Resolução
Finalmente, os músculos relaxam e o organismo se prepara para voltar à fase inicial. "Nas mulheres, tal descanso é discreto e não afeta diretamente a condição sexual", diz Maria Helena Vilela. Ou seja, você pode continuar excitada e ter mais orgasmos!

Não rolou!
Se o seu orgasmo é raro ou nunca aconteceu, investigue, mas sem estressar, pois isso é comum. "A porcentagem de mulheres que não têm orgasmo é alta", garante a personal sex trainer Fátima Moura. Veja o que fazer:

● Se desconfia que tem alguma doença que possa tirar seu prazer, vá ao ginecologista. Esclerose múltipla, lesões neurológicas ou o uso de antidepressivo podem ser as causas do problema.

● O emocional também conta. Não gostar do próprio corpo e não se conhecer também limita seu prazer. Procure um terapeuta sexual.


Três dicas para você ir sempre às alturas

Especialistas explicam os pontos de maior tesão no corpo e o que se deve fazer (e pensar) para garantir um orgasmo incrível:

Explore-se
Algumas partes do corpo dão mais prazer. Se bem estimuladas, levarão você às nuvens. São elas: o ponto G (veja mais no slide seguinte), o clitóris, os seios, o umbigo e a nuca.

Fique concentrada
Durante o ato, entregue-se por inteiro. Preste atenção nas sensações, nos sussurros, nos beijos e na penetração. Não se preocupe com o que virá depois nem se obrigue a gozar.

Em ponto de bala!
Gozar com a penetração é menos comum porque a vagina é menos sensível que o clitóris. Por isso, você precisar estimular essa região para ficar muito excitada.


Como chegar ao orgasmo sozinha

Mãos à obra!
Boa parte das mulheres tem preconceito em se masturbar, mesmo sendo esse o caminho para um orgasmo garantido. "A masturbação ajuda a mulher a perder a vergonha do corpo e a conhecer as sensações que pode ter", explica Fátima Moura.

Quer uma dica para gozar gostoso sozinha? Tranque a porta, desligue o celular, acenda velas perfumadas e comece a fantasiar com um gato que a deixa com bastante tesão! Sem pressa, passe um ou mais dedos por dentro dos grandes lábios e pelo clitóris, como se fizesse o contorno do número oito. Você também pode investir em um vibrador (à venda em sex shops), repetindo, a técnica do oito, passando o brinquedinho pelo clitóris. Aí, é só esperar pelo clímax!

Encontre o ponto G
Ele fica a 2,5 cm da entrada da vagina, na parte superior. "Quando estiver tomando banho, fique bem relaxada e introduza um dedo na vagina, à procura de um ponto que desperte uma sensação boa", orienta Fátima. Quanto mais excitada você estiver, mais facilmente irá achá-lo.


Como chegar ao orgasmo com o parceiro

Farra no chuveiro
Que tal chamar o gato para explorar seu corpo? No banho, peça que ele descubra sozinho o que deixa você excitada! "Massagens e toques fora do ato sexual são fundamentais para o conhecimento dos parceiros", explica Celso. E quem sabe o clima não esquenta mais, né?!

Ah, as posições...
Nem sempre você precisa fazer um malabarismo na cama para que a transa valha a pena. Posições confortáveis com certeza trarão o desejado orgasmo. Escolha qual delas quer colocar em prática hoje!

1. Bem relaxada
Você fica com as costas apoiadas na cama. O gato deve deitar-se ao seu lado, mas de frente para você. Dobre as pernas por cima dele, na altura do quadril e encaixe. Esta posição é ótima para quem precisa de tempo para gozar, pois o sexo pode durar mais sem cansar. Além disso, você e o gato têm as mãos livres para estimular seu clitóris.

2. Sentada de costas
Com o gato deitado de costas na cama, sente-se por cima dele, mas de costas para o rosto dele. Deixe as pernas juntas e os pés apoiados entre as pernas dele. Feche bem as pernas, pois o encaixe entre você fica mais apertado e as sensações são mais intensas. Use a mão para estimular o clitóris.

3. Você controla
O gato senta no chão com as pernas estendidas. Você senta-se sobre ele, de frente para o gato, com joelhos apoiados no chão. Use os braços e as pernas para se movimentar. A vantagem desta posição é que você escolhe a velocidade e o ângulo da penetração. Para turbinar as sensações experimente mover-se não só para cima e para baixo, mas também para frente e para trás. Acertar em cheio o ponto G inclinando o corpo para trás.

4. De conchinha
Deite-se de lado e deixe o gato agarrá-la por trás. Em vez de mover o pênis para dentro e para fora, ele deve manter a penetração, empurrando levemente a parede frontal da vagina. Assim, o ponto G é estimulado. No final, vocês nem precisam mudar de posição. É só relaxar!

5. Ele por cima
Deite-se de barriga para baixo e levante um pouco o bumbum para que o gato consiga penetrá-la. Ele deve deitar por cima de você e erguer o corpo com as mãos para facilitar os movimentos. Você sentirá mais o vai e vem.


Faz bem à saúde

Alcançar o clímax traz muitos benefícios para o organismo - além do prazer, é claro!

Alivia dores
O gozo provoca a liberação de endorfina - um anestésico natural que reduz dores de cabeça, por exemplo - e do hormônio feminino estrogênio, que ameniza sintomas da TPM.

É a fonte da juventude
Especialistas garantem que o clímax faz a vida durar mais. Mulheres que aproveitam melhor a relação sexual vivem mais tempo do que as que não sentem tanto prazer na cama.

Cuida da mente
Há evidências de que os orgasmos frequentes deixam o cérebro saudável. A explicação: o cérebro da mulher utiliza mais oxigênio durante um ato sexual do que usaria normalmente.

Por Belisa Rotondi
Conteúdo do site VIVA! MAIS



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Domingo, 18 de Abril de 2010
A 1ª vez e a perda da virgindade, duvidas....

A 1ª vez de quê?

Existem muitas 1ªs vezes na experiência amorosa! O primeiro beijo, a primeira carícia, a primeira vez que nos encontramos nus à frente de alguém...a primeira relação sexual.
Queremos que tudo corra na perfeição, que aquele seja o momento perfeito. Preocupamo-nos em agradar ao outro, queremos ser desejados e desejar. Nascem inquietações, ansiedades: será que ele vai gostar de mim, qual o contraceptivo que devemos usar, será que ela me acha bonito, devo usar preservativo?
Quando todas estas dúvidas nos inquietam, podemos cair no erro de esquecer o diálogo.
É importante falar sobre o que gostam o que não gostam, sobre os vossos desejos e ansiedades. Este é
um caminho gratificante e não compensa queimar etapas que escondem tantas sensações bonitas. Convém ensaiar, experimentar, partilhar angústias e ansiedades. E pensar que o que é novo e diferente não tem de ser mau, pode não ser exactamente como foi sonhado, mas à medida que a intimidade aumenta também podem sempre procurar novas emoções e desejos.


E ... afinal o que é ser virgem?


Ser virgem é algo sentido individualmente, é um conceito muito pessoal. Para muitos será nunca ter tido
relações sexuais, para outros é o rompimento do hímen, para outros será muitas outras coisas...

Hímen, o que é o hímen? Hímen é uma pele muito fina que existe na entrada da vagina. O hímen pode ser
diferente de mulher para mulher, é através desse orifício que as secreções e o sangue menstrual saem da vagina. Alguns hímens sangram quando se rompem nas primeiras relações sexuais, outros, por serem mais flexíveis, alargam e não sangram. Também se pode dar o caso de a mulher não ter hímen ou outros casos mais complicados em que o hímen não tem orifício. Nestes casos o médico tem de perfurar o hímen para a menstruação poder sair.

* Mas será que ser virgem é não ter rompido o hímen???
* Então só as raparigas é que são virgens???
* E aquelas raparigas que nunca tiveram relações sexuais e que não têm hímen???
* E aquelas em que o hímen rompeu por alguma razão antes da primeira relação sexual ?


A virgindade é ainda hoje um tema muito polémico, por mil e uma razões, religiosas, culturais, pessoais,
e outras. Mas se procurares uma enciclopédia ou um dicionário, descobres: virgem, pessoa que nunca teve relações sexuais.

E eis que se faz luz... então:
* O tampão não tira a virgindade;!· Quem se masturba não deixa de ser virgem, mesmo que a masturbação seja a dois!
* Os rapazes também são virgens!

Relativamente à virgindade ouvem-se ainda muitas histórias, muitas ideias feitas e muitos tabus: existem
alterações no corpo quando se perde a virgindade? Será que quando se tem a primeira relação sexual dói?
O teu corpo não se altera em nada porque tiveste relações sexuais. Talvez te sintas diferente, mas
físicamente o teu aspecto é o mesmo. O que por vezes sucede é que ao sentires-te diferente, comportas-te de modo diferente, podes sentir-te mais bonita, mais desejado, confiante e amado. É só!
De certeza que já ouviste da boca de alguém a história de que a primeira relação sexual é muito dolorosa.
Existem muitas histórias, de todas as espécies e feitios, mas na realidade, a primeira relação sexual não tem necessariamente que implicar dor. Os mitos acerca do rompimento do hímen, da penetração, são passados de boca em boca, de geração em geração. É claro que a precipitação, a falta de confiança, o não te sentires preparada, o medo, a ansiedade podem fazer com que os teus músculos fiquem mais rígidos, que a tua vagina não lubrifique. Nestas circunstâncias a relação sexual pode ser dolorosa (tanto para a rapariga como para o rapaz). Quando um casal se sente preparado para ter uma relação sexual, quando o momento é o certo, quando dispõem de todo o tempo só para vocês, basta deixar crescer o desejo, relaxar e desfrutar o momento.
As carícias, os gestos ternurentos, as palavras ditas com amor, podem ajudar a descontrair.

Perder o quê?


Perder a virgindade... onde está a minha virgindade, perdi-a algures... que distraído que sou, é melhor ir
procurá-la, pode-me fazer falta. Ou, que desastrada já perdi outra vez a virgindade, não sei onde tenho a cabeça...


Iniciar a vida sexual é uma escolha, individual, deve ser tua!E essa decisão deve ser pensada e tomada com maturidade, sejam rapazes ou raparigas, porque os ganhos são infinitos. Fazer amor é partilhar emoções, sensações, é confiar, amar, desejar, brincar...
Perde-se a virgindade quando de livre, informada e responsável vontade se tem a 1ª relação sexual... portanto forçar ou obrigar alguém sobre que forma for a ter relações sexuais... não vale e não só na 1ª vez!


Estará na hora? Será que existe uma idade certa para iniciar a vida sexual?


A idade certa és tu que decides. Porém se as dúvidas e as questões dançam na tua cabeça é melhor parares para pensar. Não existe uma idade, uma hora ou um espaço indicado ou aconselhado. Para ti a idade certa pode ser uma, para o teu amigo outra. Tudo depende dos teus sentimentos, do teu desejo, da tua segurança, do teu sentido de responsabilidade, da tua maturidade física e afectiva. As ideias ou os tempos das outras pessoas não te obrigam a nada. Mas existem algumas opções que deves tomar antes da decisão final:

* falar com o teu parceiro ou parceira sobre os vossos sentimentos e desejos, para saber se uma relação sexual “completa” é um desejo de ambos ou apenas de uma das partes;
* informa-te sobre os métodos contraceptivos e as infecções sexualmente transmissíveis;
* decidir em conjunto quais os métodos a usar.

Estas opções convivem com a paixão e o sentimento e permitem que a tua primeira relação sexual seja uma experiência mais gratificante. Só um último conselho, a primeira relação sexual é um momento especial, como tal precisa do seu próprio tempo e do seu próprio espaço. Sem pressas e receios. Com tempo, confiança, descontracção, amor e desejo.



Riscos


A Adolescência é uma fase da vida onde se juntam grandes oportunidades, mas também alguns riscos. É na adolescência que despertamos para as primeiras paixões. O amor, a atracção e o desejo são vistos de uma maneira arrebatadora, forte e eterna. Aquela é a pessoa que queremos amar para o resto da nossa vida, com ela queremos ser felizes para sempre e temos a sensação que o seu amor de tudo nos protegerá. No amor sentimo-nos grandes, invulneráveis e capazes de tudo vencer. Este é um dos primeiros riscos, do qual não temos, por vezes, uma noção real.
Com o despertar das hormonas, instala-se o caos: é o corpo que muda de dia para dia, a voz que se altera, as ancas que alargam, os pêlos que crescem. De repente começas a olhar de maneira diferente para o colega da carteira ao lado, a amiga que te acompanha a casa todos os dias parece-te mais bonita e até sonhas com ela. E pronto!! Estás apaixonado!! Foste apanhada nas garras do amor!! Então entras numa montanha russa ... será que ela gosta de mim? O que quis ele dizer com aquilo? Como posso conquistá-lo? Como posso atraí-la? Se lhe digo corro o risco de ele me dizer que não, se lhe conto arrisco-me a ser gozado pelas amigas dela?
O amor é um risco, mas é um risco que vale a pena correr...
Quando finalmente consegues conquistar o grande amor da tua vida surgem outros riscos. O risco de não saber dar um beijo, a ansiedade da primeira relação sexual, o risco de uma gravidez não desejada, o risco de uma infecção sexualmente transmissível, riscos e mais riscos. Sejamos positivos, a vida é um risco. E embora o início da vida sexual traga consigo alguns riscos acrescidos, é uma aventura fantástica para qual te deves preparar fugindo às angústias, embora medos e receios façam parte do teu crescimento.



publicado por adm às 22:56
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Sábado, 17 de Abril de 2010
Os mitos do sexo na 3ª idade
Poucos conseguem conceber que os avós possam ter vida sexual. Mas podem. Tudo funciona, apenas num ritmo próprio. Falar de sexo já não é necessariamente um tabu. No entanto, certos campos que muitos julgam não existirem são bem reais. Poucos conseguem conceber que os avós possam ter vida sexual. Mas podem. Tudo funciona, apenas num ritmo próprio. «A sexualidade na 3.ª idade está cheia da mitos.» Esta é, por ventura, a ideia mais forte do discurso da Prof.ª Fátima Gameiro, psicóloga clínica, com mestrado na área da Sexologia e professora na Universidade Lusófona, em Lisboa. No entanto, falar sobre sexo até se torna bastante fácil. O mais difícil é quebrar o gelo inicial, afinal, «convém não esquecer que, quando estes idosos eram jovens, a sexualidade era tabu. A forma como intervimos nesta população tem de ser completamente diferente». Após essa fase inicial, após a explicação de que o sexo não se resume ao coito, existe uma abertura considerável para os idosos falarem sobre o sexo, relevando-se esta faixa etária como bastante participativa. «Depois de se explicar o que é a sexualidade, que não é só o coito, quando abrimos esse campo ao carinho, aos afectos, ao estar com alguém, torna-se tudo muito mais fácil e depois, normalmente, os homens costumam dar o primeiro passo. Mas as mulheres também se envolvem bastante, fazem bastantes perguntas e contam algumas histórias», refere a especialista. Depois de conseguir essa empatia que permite a confiança para verbalizar assuntos que eram reservados ao campo da intimidade, as questões e as dúvidas começam a vir ao de cima. Algumas perguntas revelam o quanto a sexualidade foi mantida refém da ignorância. «Um grande mito que existe entre as mulheres é o de que ao não ter relações sexuais há muito tempo a vagina fechou. Faz parte daquelas crenças dadas como certas na cabeça dos idosos que não têm o mínimo fundamento. Outro é o de que as mulheres, quando enviuvam, não devem voltar a procurar um novo parceiro, enquanto que no homem é perfeitamente normal que o façam. Numa outra vertente, e que suscita grande interesse, é o Viagra. Perguntam se podem ou não utilizar, quais as contra-indicações, se tiverem problemas cardíacos quais os riscos. Há uma grande curiosidade em relação a isto», diz Fátima Gameiro. A sexualidade na 3.ª idade não deve ser encarada da mesma forma do que na adolescência ou em idade adulta. Não quer isto dizer que está pior, que será menos ou mais problemática. Apenas tem de ser vivida de forma adaptada a uma nova realidade. Tudo está em condições de funcionar, apenas num conceito e ritmo próprio. Existem alterações fisiológicas que não devem ser ignoradas e que podem ser identificadas, segundo a psicóloga, «no homem pela dificuldade em manter uma erecção, bem como o aumento de período refractário, enquanto que na mulher prende-se com a perda de elasticidade da vagina e uma menor capacidade de lubrificação vaginal». «As alterações devem ser abordadas como algo normal. Assim, o que pode ser visto como um problema pode ser a base para uma boa solução. A maioria dos idosos tem tempo. Então, porque não viver a sua sexualidade com mais tempo? Dar mais atenção aos afectos, ao carinho e aos preliminares, o que tornará a sexualidade muito mais aprazível. É uma questão de saber viver a sexualidade com tempo e desfrutar dela», esclarece a nossa interlocutora. Apesar de tudo, a sexualidade dos idosos deve ser tratada em duas frentes: dos idosos para fora e de fora para os idosos. A sexualidade é vista pelos idosos como reprodução e como eles não reproduzem, logo não faz sentido terem vida sexual, como muita da envolvência onde o idoso está inserido assume que a 3.ª idade não tem vida sexual. Essa envolvência pode ir desde familiares a profissionais de saúde ou simplesmente conhecidos ou amigos. «Nós nascemos e morremos com sexualidade. Cada pessoa deve ser livre de viver a sua sexualidade respeitando-se a si, ao outro e a eles. Mas nunca conseguiremos trabalhar só com idosos se, à volta deles, existirem todos os tabus que existem. É fundamental trabalhar com os idosos em relação à sua sexualidade, mas também trabalhar com a envolvência em relação à sexualidade dos idosos. Lembro-me de um caso de um senhor que morava num lar e estava a comentar com um outro uma situação da sua vida íntima. A auxiliar ouviu e aquela história passou a ser alvo de chacota por todo o pessoal do estabelecimento», recorda. Toda a actividade sexual dos idosos existe. Desde o mais simples dos afectos, quer a dois ou sozinho, até à questão mais elaborada. Ao desmistificar certas ideias, será, eventualmente, mais fácil abordar questões mais relevantes, algumas até mesmo de índole de saúde pública. «A 3.ª idade está a passar por um aumento de casos de SIDA. Isto deve-se ao facto de muitos destes homens procurarem outras pessoas porque, para ele e para a sua mulher, a sexualidade dela terminou quando esta deixou de poder ter filhos. Isto leva a que estes homens procurem viver a sua sexualidade com outras pessoas. Ainda por cima, é uma situação que não é verbalizada. Existe é a tendência para projectarem num “amigo” as situações mais embaraçosas quando, na realidade, se referem ao próprio», conclui Fátima Gameiro.

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Um em cada quatro homens sofre de Ejaculação Precoce
Pacientes levam cerca de quatro anos para buscar assistência médica Um em cada quatro homens brasileiros vivencia a ejaculação precoce, quadro no qual o indivíduo ejacula rapidamente, sem que seja possível estabelecer um controle voluntário. A EP, como é chamada, é responsável por 40% das queixas feitas nos consultórios de terapia sexual. A maioria dos pacientes é formada por homens casados ou com parceira fixa. “Usualmente, eles levam cerca de quatro anos após os primeiros sintomas para procurar um especialista”, declara o médico Evandro Cunha, do Hospital Urológico de Brasília. Sem possibilidade de prevenção, a alteração – que afeta de maneira drástica a vida sexual e consequentemente a auto-estima do homem – divide-se em duas categorias: a de origem primária, que se inicia quando acontece a primeira relação sexual na adolescência; e a de origem secundária, que surge repentinamente na maturidade, em homens que anteriormente não apresentavam a disfunção. Dr. Evandro esclarece que quadros de ansiedade e depressão estão ligados à EP tanto de origem primária quanto secundária: “Caso o quadro se torne crônico, é essencial acompanhamento médico”. O tratamento em geral consiste na associação de medicamentos e psicoterapia, podendo, de acordo com a resposta do paciente, ser um ou outro isoladamente. “Não existem tratamentos alternativos”, acrescenta o médico. De maneira geral, é benéfico gerenciar o estresse e a ansiedade, de maneira que não afetem diretamente a saúde integral.


publicado por adm às 23:27
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Secura vaginal

As causas da secura vaginal varia de mulher para mulher, mas o que traz desconforto ao ter relações sexuais é algo que é partilhado por aqueles que sofrem com isso. Secura vaginal não é uma ocorrência rara e as razões pelas quais isso acontece incluem:

O uso de sabonetes dura enquanto lavar sua vagina. A maioria dos sabões banho têm resíduos alcalinos que não reagem bem com o delicado equilíbrio entre o pH da sua vagina.

A utilização de certos perfumes ou outros produtos beleza pode causar uma reacção alérgica que provoca a sua vagina se torne seca.

Está enfrentando estrogênio níveis mais baixos, devido à abordagem de sua menopausa anos.

Como evitar a secura vaginal?

Quando você achar que você sofre de secura vaginal, você pode querer seguir algumas regras simples naturalmente para evitar este problema, tanto quanto possível. Aqui estão algumas dicas que você pode querer experimentar:

Não use sabão ou organismo lavagens dura quando você tomar banho. Não estamos dizendo que você não para limpar a área vaginal, mas a fazê-lo com o uso de pH equilibrado lavagem que é formulado para manter o equilíbrio natural da sua vagina e ajudar a mantê-lo de tornar-se seca.

Tente evitar as substâncias que podem ser alérgicas, e que pode causar o ressecamento. Evitando tais substâncias podem ajudar a manter secura de acontecer se a reacções alérgicas a estas substâncias não têm uma razão para começar.

Consulte o seu médico para identificar o culpado. Se algum problema dermatológico ou hormonais problema é a culpa para a secura, o seu médico pode prescrever medicamentos ou soluções para melhorar o ressecamento pode ser que esteja ocorrendo.

Tratamentos para a Seca

Se prevenção ou evasão não trabalha para ajudar a restaurar a umidade natural de sua vagina, então ele pode ser hora de pedir alguma ajuda de outras vias:

Lubrificantes. Esta é muitas vezes a primeira coisa que as pessoas que sofrem de secura vaginal turno, quando se trata de encontrar uma solução para este problema. Se esta é a sua opção para evitar a secura vaginal, optar por lubrificantes que são baseadas água ou aqueles que não possuem produtos químicos agressivos. Você pode achar que alguns lubrificantes têm espermicidas que pode causar irritação e mais seca. Experimente e descubra o tipo de lubrificante que está mais próximo para a composição de sua humidade natural vaginal.

Vaginal hidratante. Existem moisturizers para o seu rosto e existem moisturizers para outras partes do seu corpo. Você pode querer experimentar moisturizers vaginais secura vaginal para tratar seu problema. Enquanto uma solução temporária, você pode usar esse recurso para ajudar a aliviar o desconforto da secura vaginal. Aplique o hidratante para o interior de sua vagina com o utilização de um aplicador que lembra um tampão.

Terapia hormonal. Pré-menopausa podem ter necessidade aumenta em estrógeno para ajudar a devolver a humidade natural da sua vagina. Você terá que consultar com o seu ginecologista sobre qual método será melhor atender você. Existem pílulas, cremes e outros tratamentos hormonais que você pode usar para ajudar a tratar este problema.



publicado por adm às 20:46
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O que devo saber sobre Vaginite?

O que é o corrimento vaginal?
O que é que caracteriza o corrimento vaginal anormal?
A vaginite é uma doença frequente?
O que é que pode causar alteração do corrimento vaginal?
O aspecto do corrimento vaginal pode sugerir qual o agente causal mais provável?
Há factores que predispõe à alteração do corrimento vaginal?
Como se faz o diagnóstico das causas de um corrimento vaginal alterado?
Como se tratam as alterações do corrimento vaginal?
É possível prevenir as alterações do corrimento vaginal?

O que é o corrimento vaginal?"Corrimento vaginal é a saída de uma secreção que vem da vagina. O corrimento vaginal normal é em pequena quantidade, com um aspecto claro ou translúcido, fluido e sem cheiro intenso. A quantidade de secreção vaginal normal varia durante o ciclo menstrual (na altura da ovulação o corrimento é mais viscoso e em maior quantidade), durante o exercício físico e o período de excitação sexual que antecede as relações sexuais."

O que é que caracteriza o corrimento vaginal anormal?
"O corrimento vaginal torna-se anormal quando há um desequilíbrio entre os diferentes microorganismos que habitualmente se encontram na vagina (bactérias e fungos) causando uma inflamação da vagina (vaginite).

Quando a vagina está inflamada o aspecto do corrimento altera-se, tornando-se mais abundante, com cor branca ou amarelo-esverdeada e com um odor intenso e incómodo. O corrimento anormal geralmente aparece associado a sintomas locais como comichão, ardor ao urinar e dor durante as relações sexuais."

A vaginite é uma doença frequente?
Sim. A vaginite é a doença ginecológica mais frequentemente diagnosticada, atingindo cerca de 1/3 das mulheres pelo menos uma vez na vida.

O que é que pode causar alteração do corrimento vaginal?
"A maioria das vezes a alteração do corrimento vaginal é causada por uma inflamação da vagina (vaginite), embora esta também possa ocorrer sem sintomas. Com menor frequência a alteração do corrimento vaginal resulta de uma inflamação do colo do útero (cervicite).

As causas mais frequentes de vaginite com alteração do corrimento vaginal são a vaginose bacteriana, a candidíase e a trichomoníase. Quando o corrimento alterado provém de uma infecção do colo do útero as causas mais prováveis são a gonorreia e a infecção por clamydia."

O aspecto do corrimento vaginal pode sugerir qual o agente causal mais provável? "Nalguns casos sim. O aspecto do corrimento vaginal nas infecções mais frequentes é o seguinte:

1. Vaginose bacteriana

É uma infecção vaginal que resulta de um desequilíbrio entre os microorganismos que existem habitualmente na vagina com alteração da sua acidez e proliferação das bactérias nocivas. Na vaginose o corrimento é fino, de cor branco sujo e com um cheiro característico a peixe que aumenta de intensidade após as relações sexuais.

2. Candidíase vaginal

É uma infecção causada por fungos que não resulta de transmissão sexual mas de alterações do meio vaginal que podem estar associadas ao uso da pílula, diafragma, dispositivo intra-uterino, à diabetes, à gravidez e à ingestão recente de antibióticos .
O corrimento típico na candidíase é espesso, de cor branca (aspecto de queijo fresco), sem cheiro particular e acompanha-se de inflamação das paredes da vagina que ficam avermelhadas . A mulher queixa-se de comichão e ardor quando urina.

3. Trichomoníase

É uma infecção causada por um parasita, o trichomonas vaginalis, que se transmite por contacto sexual.
O corrimento na trichomoníase é abundante, de cor amarela esverdeada, com cheiro fétido e causa comichão intensa na vagina e ardor ao urinar. Em algumas mulheres a infecção pode ser assintomática.

4. Gonorreia e infecção por clamydia

O gonococcus e a clamydia são bactérias que se transmitem por via sexual e que podem causar corrimento vaginal por inflamação da vagina e habitualmente do colo do útero. Para verificar se o corrimento provém do colo do útero é necessário fazer uma observação ginecológica. Nestas infecções o corrimento costuma ser purulento (com aspecto de pús), amarelado e, por vezes, ensanguentado."

Há factores que predispõe à alteração do corrimento vaginal?
"Há. O meio vaginal normal tem uma acidez própria que ajuda a manter o equilíbrio entre os diferentes microrganismos que colonizam habitualmente a vagina. A alteração deste equilíbrio ou a entrada de microrganismos estranhos por contágio sexual leva à inflamação da vagina com alteração das suas secreções normais.

Os factores que podem alterar o equilíbrio da flora vaginal são:

1. uso de antibióticos
2. anticoncepcionais orais (pílula)
3. relações sexuais
4. irrigações vaginais e abuso de desinfectantes nos genitais
5. stress
6. alterações hormonais do ciclo menstrual, da gravidez e da menopausa
7. má higiene local
8. uso de roupa apertada ou de roupa interior de nylon, que favorece as condições de humidade propícias ao desenvolvimento de fungos
9. comportamentos sexuais de risco"

Como se faz o diagnóstico das causas de um corrimento vaginal alterado?
"Para diagnosticar a causa de um corrimento vaginal alterado é necessário conhecer os sintomas presentes, a sua duração, as características do corrimento, a história ginecológica, o uso de contraceptivos, etc. Após a colheita da história a observação ginecológica permite verificar a origem do corrimento, o aspecto do mesmo, e se há alterções da vagina e do colo do útero.

Para confirmar o diagnóstico o médico pode solicitar um exame laboratorial do corrimento (exsudado vaginal), uma colpocitologia (exame das células do colo do útero) ou análises de sangue (exames serológicos) que servem para confirmar infecções difíceis de identificar no exsudado vaginal."

Como se tratam as alterações do corrimento vaginal?
"O tratamento escolhido depende da causa dessa alteração.
Consoante a infecção identificada podem ser utilizados antibióticos, anti fúngicos ou antiparasitários, que podem ser administrados por via oral (comprimidos tomados pela boca) ou através de aplicações locais na vagina (cremes, óvulos ou comprimidos vaginais).

Nas doenças de transmissão sexual, como a trichomoníase, a infecção por clamydia e a gonorreia, é importante tratar o parceiro sexual e pesquisar a existência de outras doenças sexualmente transmissíveis associadas, como a sífilis e a infecção pelo VIH."

É possível prevenir as alterações do corrimento vaginal?
"Nem sempre é possível prevenir as alterações do corrimento vaginal pois por vezes estão associadas a factores que não podem ser evitados, como o uso de antibióticos em determinadas situações, as alterações hormonais do ciclo menstrual ou da gravidez, etc.

No entanto, há algumas medidas que podem ser úteis na prevenção das inflamações da vagina e do colo do útero, mantendo as condições de normalidade das secreções vaginais:

1. uso de preservativo para evitar as doenças sexualmente transmissíveis

2. reduzir a ingestão de produtos açucarados para prevenção da diabetes ou para manter os níveis de glicémia controlados nas doentes diabéticas

3. não fazer irrigações vaginais e não abusar de produtos de higiene feminina que alteram o equilíbrio da flora vaginal

4. usar roupa interior de algodão e evitar o uso de roupa apertada (por ex. Jeans) que mantêm condições de humidade e calor favoráveis à proliferação de fungos

5. manter uma higiene adequada dos genitais e utlizar o papel higiénico de frente para trás quando se limpa a região anal após a defecação (para não contaminar a vagina com microrganismos existentes nas fezes)

6. não abusar do uso de tampões, evitando sempre a sua premanência prolongada na vagina , pelo risco de desenvolvimento de infecções."



publicado por adm às 20:43
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Quinta-feira, 15 de Abril de 2010
Sexo sem preservativo pode melhorar saúde mental

Um artigo a ser publicado na mais recente edição do «Archives of Sexual Behavior» revela que a frequência de relações sexuais heterossexuais sem preservativo está associada a uma melhor saúde mental.

De acordo com a mesma fonte, o artigo vai causar polémica nos grupos que tentam combater a propagação de doenças sexualmente transmissíveis (DST) nos jovens. Porém, Stuart Brody, um dos autores do estudo, discorda desta questão ao considerar que não é o sexo desprotegido que propaga o vírus HIV, mas sim o sexo anal praticado com desconhecidos que podem estar infectados.

O estudo é da autoria dos investigadores Rui Miguel Costa e Stuart Brody, da Universidade do Oeste da Escócia. Os autores fizeram um inquérito, sob anonimato, a 111 homens portugueses e a 99 mulheres que responderam a questões sobre a sua vida sexual. Os resultados sugeriram que o «sexo é bom para prevenir a depressão, tendências suicidas e imaturidade emocional, mas que um preservativo evita esses benefícios», explica o «Independent».

Os resultados são os mesmos para os casais com relacionamentos estáveis ou para heterossexuais que têm relações sexuais esporadicamente. «As explicações possíveis para a interferência dos preservativos nos benefícios para a saúde do sexo vaginal incluem a bloqueio de agentes anti-depressivos e imunológicos no sémen e nas secreções vaginais e a redução da satisfação e intimidade sexual.

Os autores basearam-se em vários outros estudos para sustentar a tese controversa.



publicado por adm às 23:58
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Sexta-feira, 9 de Abril de 2010
Faça sexo seguro

Sexo seguro é o sexo sem o risco de ser contaminado ou contaminar o(a) seu(sua) parceiro(a) com doenças sexualmente transmissíveis.

Esta segurança só poder ser atingida através do sexo monogâmico com
parceiro(a) sabida e comprovadamente sadio(a) ou quando o sexo é realizado sem o contato ou troca de fluidos corpóreos como esperma, secreção vaginal e sangue.

A segunda situação é obtida através do uso da camisinha, camisa-de-vênus, condom (do latim condare, que significa "proteger") ou preservativo.
É necessário observar que o uso da camisinha, apesar de proporcionar excelente proteção, não proporciona proteção absoluta (ruptura, perfuração, deslizamento, colocação inadequada etc).

É importante informar também que a proteção proporcionada pelo uso da camisinha é relativo nas doenças em que não ocorrem secreções genitais: Herpes, HPV, Sífilis, Cancro Mole, Pediculose do Pubis etc, uma vez que o agente transmissor pode estar localizado fora da área protegida pelo preservativo.

A camisinha é um objecto de material elástico, derivado da borracha (látex), relativamente resistente que envolve os genitais masculinos (mais usado) ou femininos durante o coito, impedindo o já citado contacto entre os fluidos corpóreos das pessoas que estão praticando o relacionamento íntimo.

Além da proteção contra as DST *os preservativos constituem um método anticoncepcional seguro, quando usados adequadamente.

O mercado diversificou muito a industrialização das camisinhas. Hoje encontramos camisinhas texturizadas, com formatos especiais, coloridas, lubrificadas, com perfume, sabor, etc.


*DST-Doenças Sexualmente Transmissiveis



publicado por adm às 00:01
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Segunda-feira, 5 de Abril de 2010
Como fazer sexo gostoso?

As preocupações com trabalho, contas e a correria do dia-a-dia são responsáveis pelo estresse que atormenta quase toda a população e até mesmo o sexo sofre as conseqüências desse quadro. Aí o que era para ser bom e servir como uma válvula de escape para a tormenta, acaba ficando meio de lado, virando apenas mais uma obrigação, quase automática, do casal. Alguns casais não se preocupam nem mesmo em variar as posições, tamanha a preguiça. Resultado: o tesão diminui, as pessoas se afastam e os casamentos vão por água à baixo. Para que isso não aconteça, nós preparamos dez dicas básicas para um sexo mais gostoso e renovador. Só não esqueça de deixar as crianças com a avó...que a casa vazia também é um poderoso afrodisíaco.

Escolha o lugar certo – Tudo bem que a cama de casal da sua casa é super confortável e o sofá também, mas convenhamos... na hora de incrementar o sexo não dá para manter aquilo que já é rotina! Escolher um lugar inusitado, mesmo que seja um motel que vocês ainda não tenham ido juntos, pode fazer toda a diferença. É preciso variar. Lugares inusitados como praias, cachoeiras ou até um estacionamento (por que não?) são capazes de dar novos ares à relação.

Crie o clima – Se não for possível sair de casa, seja por falta de grana ou qualquer outra razão, transforme o seu lar-doce-lar em um novo ninho de amor. Remova fotos e objetos familiares para renovar o ambiente, ilumine o quarto com velas, acenda um incenso suave, coloque uma música baixinha e mãos à obra. Você também podem fazer isso no banheiro e aproveitar uma dica dos aromoterapeutas: usuar SAIS DE BANHO e mergulhar na banheira.

Deliciosa tortura – Peça para que ele se controle durante a brincadeira e para que tente, ao máximo, não se mover. Se você quiser garantir o controle da situação, vale a pena propor amarrá-lo de alguma forma (uma ALGEMA é uma boa dica). Quando estiverem deitados, comece a beijá-lo lentamente, explorando cada pedacinho de seu corpo com os lábios e a língua, e dê pequenas mordidas, em diferentes intensidades. Faça isso durante, pelo menos, vinte minutos. Avise-o que ele deverá aproveitar cada segundo e aprender direitinho para poder retribuir.

Explore o paladar – Vinho, champagne, morangos, chocolate derretido, mel, iogurte, uvas, leite condensado... escolha a sua guloseima preferida – e a dele – e se lambuzem. Deixe tudo à mão para não precisar interromper o "aquecimento". A essa altura você já deverá ter libertado o seu parceiro das amarras e essa é a hora de antecipar a sobremesa. Espalhem o chocolate, por exemplo, por alguns pontos do corpo um do outro e se deliciem. Para evitar qualquer tipo de preocupação, como manchas no lençol ou vinho pelo tapete, coloque algumas toalhas embaixo de vocês antes de começar o banquete.

Esqueça a calcinha por uma noite – Isso mesmo. Qual o homem que não se lembra da fatídica cruzada de pernas de Sharon Stone – sem calcinha – no filme Instinto Selvagem? Saiam para jantar ou para ver um filme no cinema. Na primeira oportunidade avise-o que, por causa da pressa na hora de se arrumar, você acabou esquecendo de vestir a calcinha e faça com que ele se certifique disso passando a mão por cima de sua saia ou vestido. Ele vai enlouquecer!

Sexo verbal – Preparem-se para uma noite pra lá de "caliente" usando apenas a imaginação e o telefone. Ligue para ele durante o dia e diga tudo o que você pretende fazer quando se encontrarem mais tarde. Seja detalhista. Descreva cada intenção com detalhes. Espere ele entrar no jogo e te surpreender com bombásticas declarações. Mas tome cuidado para não ter ninguém ouvindo ao lado escutando a conversa!

Faça o pacto do sexo oral – Que os homens adoram receber um bom sexo oral todo mundo já sabe. Então, aproveite esse assumido ponto fraco dele para exigir um maravilhoso sexo oral para você também. Vocês podem definir o tempo que vai ser dedicado à prática ou disputar para ver quem consegue proporcionar as mais diferentes sensações. Faça-o delirar usando a língua e os lábios de forma circular, contornando a cabeça do pênis, e incremente com algumas vibrações com a própria língua. Como retribuição, convide-o à explorar o seu clitóris.

Gelo para fazer pegar fogo – Você já deve ter visto esta cena em algum filme, mas quem já tirou à prova garante que vale a pena. Peça para ele prender uma pedra de gelo na boca, entre os dentes, e passear por todo o seu corpo sem pressa. As costas e o bumbum normalmente são super sensíveis a esse tipo de estímulo, mas faça com que ele descubra outras áreas de prazer. Quando a pedra de gelo estiver pequenininha você ainda pode pedir a ele que coloque-a na entrada da sua vagina... há quem afirme que a sensação de misturar o frio do gelo com o calor do atrito é sensacional.

O poder dos travesseiros – Eles vivem na sua cama e você talvez nunca tenha dado a devida atenção a eles. Por isso mesmo é hora de dar uma incrementada na sua vida sexual com um ou dois travesseiros estrategicamente posicionados. Coloque-os em baixo da coluna, na altura do quadril. Parece bobagem, mas essa pequena elevação garante um excelente ângulo no momento da penetração. Você vai perceber que dessa forma o pênis se encaixa melhor e ainda consegue roçar o seu clitóris, o que pode lhe proporcionar ondas de prazer bem mais intensas.

Visite o Sex Shop Site G – São tantos acessórios e apetrechos que não dá para sair incólume daqui. Se o seu parceiro é louco por sexo anal, e você nunca teve coragem de fazer, você encontra o anestésico ANAL EASY para facilitar a sua decisão. Se o problema é a rotina, aqui estão fantasias (enfermeira, colegial, etc), algemas, chicotes, vídeos eróticos e tudo o que você precisa para surpreendê-lo com novidades. Se você ainda não descobriu o caminho do paraíso de seu próprio corpo e, obviamente, ainda não sabe indicá-lo ao seu amado, descubra-se com vibradores, creminhos e estimuladores clitorianos, como o VERÔNICA VAGIN HOT. É tiro e queda!


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publicado por adm às 23:36
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